CAVE em descolagem…



O Projecto CAVE, nascido no seio do CEGOT, foi desenhado pelos seus promotores científicos para trabalhar sobre os processos de formação e colmatação das estruturas cársicas de Portugal, com particular ênfase para os maciços de Sicó e da Estremadura.

No final do mês de Junho realizou-se na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra uma reunião da equipa científica do projecto CAVE com o objectivo de fazer um ponto de situação do aranque científico do projecto, estabelecer prioridades de investigação, canais de comunicação e atribuir tarefas a cada um dos investigadores intervenientes.

Este projecto, da responsabilidade científica do Prof. Doutor Lúcio Cunha (CEGOT – Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Coimbra), foi aprovado e financiado pelaFundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), e visa estudar de uma perspectiva multidisciplinar muito abrangente os processos de formação e preenchimento cársico em alguns dos maciços calcários mais importantes do país. Destacam-se, naturalmente, os maciços de Sicó e da Estremadura, onde se realizará parte significativa do investimento científico do projecto.

Dado o seu carácter multidisciplinar, o projecto inclui na sua equipa investigadores de diversas especialidades (Geologia, Geografia, Arqueologia, Física, …), oriundos das quatro intituições que colaboram neste projecto: Universidade de Coimbra, Universidade de Lisboa, Universidade de Évora e Dryas Arqueologia.

A participação da iDryas neste projecto justifica-se pelo interesse científico da integração de know-how produzido em sede de anteriores projectos de I&D e de salvamento da esfera do universo Dryas, nomeadamente através dos trabalhos de Miguel Almeida e Maria João Neves – em colaboração com Thierry Aubry e Maria Helena Moura, mas também da utilização do leque disciplinar dos recursos humanos e tecnológicos iDryas, que serão substancialmente investidos nestas tarefas de campo e de laboratório deste projecto, o qual, assim, servirá também como laboratório por excelência para o teste de alguns dos mais recentes desenvolvimentos do projecto iLab.Arq. Esta participação ascende a um investimento líquido da ordem das várias dezenas de milhares de Euros.




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